Glória, “adota eu!” – Como foi meu encontrinho com Gloria Kalil

por Julia Salgueiro

Esse vai ser um dos posts mais “autorais” por aqui. E um dos poucos. Não gosto muito de escrever como uma afetada mas, encontrar a Gloria Kalil não é uma coisa que acontece todo dia (pelo menos por enquanto…).

Há umas semanas atrás, minha editora de São Paulo, Cecilia Lima (sim, eu tenho uma editora porque eu também escrevo pro Closet Online1º site de Jornalismo de moda do Brasil) estávamos falando sobre uma conversa que ela teve com a Gloria e eu disse: “Tá, eu daria um dedinho da minha mão esquerda (porque senão eu não tenho como escrever, desenhar, costurar…) pra bater um papo com a Glória.”

Passou-se o tempo e eu esqueci disso. Esqueci mas não abstraí. E ontem, concentrada noutras coisas me chega a notícia que a musa maior, a “chiqueza” em pessoa tava no Recife (que por acaso é onde eu moro hoje) palestrando numa loja. Qual foi a primeira coisa que eu fiz? Gritar: “Eu vou pra esse negócio num sei como mais vou!“. Telefonemas vão e vêm e minha fofíssima editora (Dinda, te amo!) me liga dizendo que eu tou cadastrada pela assessoria pra cobrir o evento.

Pronto. Eu ia ver a musa de perto e, quem sabe bater um papo com ela. Como diria o Lula Rodrigues: “Uêba! Deluxe!” Concentrei, respirei fundo e lá fui eu, toda trabalhada na peruagem, me jogar no meio de um bando de consumidoras  pra ouvir o que Gloria tinha a dizer. E foi ótimo! Ela é a Glória. Podia ter sido melhor: Eu podia ter conversado com ela frente a frente, só eu e ela, ela e eu… mas, não foi dessa vez (AINDA!).

Depois de palestrar sobre moda x estilo pra uma platéia abarrotada de convidados vip e responder algumas dúvidas sobre como se vestir adequadamente, ela também falou sobre Jornalismo de Moda (que, por “acaso” é o que eu faço) e, pelo que ela disse (breve vou fazer um post só sobre isso, calma) eu tou no caminho certo. Aliás, tou muito melhor que muito “jornalista” por aí! Eu sei a diferença entre tecido plano e malha (e outros tecidos), por exemplo e ainda costuro os dito cujos se ela quiser. Adoro história e adoro ler de TUDO (traça é meu codinome). Pronto. Agora só falta a Glória chegar pra mim. Sem trocadilhos.

Julia Salgueiro

P.S.: Gloria, se quiser que eu mande meu currículo, estamos aí! =p



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6 Comments to “Glória, “adota eu!” – Como foi meu encontrinho com Gloria Kalil”

  1. Deve ter sido ótimo mesmo…
    beijos = D

  2. KKKKK, DFB vem ai e quero ver se vc não trava na entrevista com sua musa, rs

  3. Hahahahahaha, Cecília! O pior não vai ser nem se ela der umas travadinhas, pq isso acontece nas melhores famílias, né? Imagina ela começar a chorar e borrar toda a maquigem e Glória perceber que é por causa dela? Jú vai passar meses sem querer ver a luz do sol!

  4. adoreiiiiiiiiiiiiiiiii
    quero ser BFF da Gloria, ela é luxo!!!!!!!!!!!!!!
    parabéns queridona!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    amey,
    bjus,flor!
    ótimo fds!!!!

  5. É ruim de eu travar! Num travei lá, vou travar qdo tiver só eu e ela? NUNCA! Se brincar pergunto até a cor da calcinha dela! (Menos… bem menos… quase nada…) Vou até levar meu currículo, rapaz!!! Vamos virar BFF!!! Vc vai ver! Humpf!

  6. É isso aí, Julia! Estou louca para ter um momento desses com Glória…meu dia vai chegar! Matéria maravilhosa!
    Bjos

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